Imanência e transcendência do amor
PLATÃO, filósofo grego do IV sec a. C., no seu diálogo BANQUETE ou SYMPOSIUM , trata o amor de uma forma abrangente, caracterizando-o como escadas para nossa ascensão até o amor absoluto e desinteressado. Então, estamos diante de um fenômeno que é em princípio puramente sexual, necessário à procriação da prole, mas que só se completa à maneira de SÓCRATES, como doação espontânea de afeição. Mais tarde, os autores passaram à distinção entre o amor filial (philia), o amor sexual (eros) e o amor ético (ágape), como as principais diferenças que o coloca como essencial á perfeição humana.










