Cultura Espiritual

XVIII Semana de História

A Academia Paranaense de Letras e o Instituto Histórico e Geográfico do Paraná promovem, nos próximos dias 25 a 27 de setembro, sua XVIII SEMANA DE HISTÓRIA, no auditório Brasílio Itiberê, sito na Rua Cruz Machado n. 138, Curitiba – PR (entre a R. Ébano Pereira e a Alameda Dr. Muricy), com a concessão de certificados de frequência. O programa inclui a palestra inicial do…

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Novo portal Filosofia para Todos

Olá, seja bem-vindo ao novo portal Filosofia para Todos! A primeira versão de nosso site foi construída em meados de 2001 de uma forma bem simplista, porém sempre com a ideia de divulgar o conhecimento sobre Filosofia e instigar o pensamento crítico em nossos leitores. Hoje, 11 anos depois, passamos a operar o site através do WordPress, um moderno sistema que tornará o portal mais…

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Os dualismos não se sustentam

A partir de HERÁCLITO de Éfeso, há uma tradição forte dentro da filosofia, com base na dialética, segundo a qual tudo no mundo se autodestrói a partir de seu contrário, o bem se opondo ao mal, a saúde à doença, a riqueza se opondo à pobreza, a vida diante da morte. No século XIX, HEGEL consolidou esta tradição, espiritualizando os contrastes, dentro de uma concepção holística de conciliação.

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O espírito como objeto e como paradigma

Os objetos estão mais relacionados com a matéria (ratione materiae), a extensionalidade, as referências, os significantes, as explicações. Os objetos marcam a denotação das coisas. Os paradigmas estão mais relacionados com as formas (ratione formae), a intensionalidade, os sentidos, os significados, as compreensões. Os paradigmas marcam as conotações, o sentido abstrato, figurado, das coisas.

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A vida, objetivo principal da criação

Quando se fala de objetivos, a ciência não se sente capaz de oferecê-los, simplesmente porque eles ultrapassam os limites de suas pesquisas, sendo uma tarefa exclusivamente humana detectá-los. Dotados de uma capacidade compreensiva e crítica (filosofia), os seres humanos são as únicas criaturas naturais capazes de alcançar uma visão global do que vivenciam, no conjunto de tudo que se manifesta.

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Por que não podemos deixar de crer

A crença não é uma opção que dependa só de nossa vontade, pois que encontramos, na Natureza e em nós mesmos, indícios suficientes que a legitimam como uma característica básica de nosso espírito, oferecendo-se a nós como uma graça diferencial. Dispensar a crença por orgulho ou preconceito é uma atitude sintomática de incoerência existencial, motivada por condições culturais distorcidas, ateias, frutos de um orgulho teimoso, que não mais se justifica.

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A vida que se transfigura

Não é fácil entender em que consiste a vida. Alimentando-se de sua própria destruição, a sustentação da vida na Natureza se transforma com a contribuição da inteligência humana, atingindo o clímax de sua significação, como algo fundamental a ser preservado, ultrapassando, portanto, os limites de sua autofagia natural. Contudo, diante de suas indiferenças com as individualidades, a vida passa a ser melhor compreendida se a olharmos como um fenômeno abrangente e intrínseco à própria natureza do Universo, transcendendo seus limites pessoais, locais ou temporais.

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Deus, uma experiência singular

Como fontes de nossos conhecimentos, é costume identificar três formas ou dimensões na maneira de captarmos a realidade das coisas: uma dimensão obtida através de nossos cinco sentidos, o que nos permite perceber o mundo exterior; uma dimensão mental (racional ou quântica), produto do pensamento abstrato de nosso cérebro, fazendo surgir um mundo de ideias, conclusões racionais e evidências lógicas; e, finalmente, uma dimensão virtual, criativa e simbólica, fruto intuitivo da percepção espiritual e emotiva de nossa subjetividade.

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A espiritualidade como experiência virtual

O impressionismo de MONET e o surrealismo de SALVADOR DALI expressam bem o mundo das virtualidades, presentes nas muitas figurações das coisas que percebemos, envoltas num realismo mágico, à mercê das perspectivas com que as vislumbramos. Dessa forma, tais arranjos caracterizam o extraordinário das coisas, ou seja, seus contornos ora precisos, ora inusitados, causados pelas características especiais de nosso espírito, que molda e transfigura nossa visão, permitindo sentir tudo sob a mira do extraordinário e do transcendente.

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