Reflexões sobre a imortalidade
De acordo com a recomendação de PLATÃO “filosofar é aprender a morrer”, é oportuno, então, nos dedicarmos a tratar desse tema tão complexo de nossa natureza, as indicações percucientes que confirmam nossa imortalidade. O ponto de partida aqui será o clássico dualismo, a tese que nos assegura a diferença radical que há entre nosso corpo e nosso espírito, como pensaram desde muito cedo SÓCRATES, PLATÃO, SANTO AGOSTINHO, DESCARTES, HEGEL e a maioria dos filósofos, que afirmam nossa realidade inteiramente dependente de um ESPÍRITO, estranho ao mundo material.

O SER é ímpeto criador de formas e substâncias, que são pura potencialidade em seu surgimento. Ele é causa do substrato da aparição, cujo resultado é puro milagre. No entanto, o ser pode ser considerado ontologicamente diferente, quando analisado sob a perspectiva dos três universos paradigmáticos: